Faixa vertical saliente, localizada nas extremidades de paredes ou muros externos do edifício, que forma um ângulo externo pelo encontro de duas paredes externas convergentes, que vai da base até o coroamento da construção e que tem a função de proteção da quina ou ornamentação do edifício.
Equipe Arquigrafia.
Faixa vertical saliente nas extremidades de paredes ou muros externos do edifício. Em geral abrange da base ao coroamento da construção. Ângulo externo e saliente formado pelo encontro de duas paredes externas convergentes, servindo de proteção à quina do edifício ou de ornamentação da fachada. Muitas vezes é feito em material diferente do utilizado na alvenaria das paredes. É às vezes também chamado quina.
ALBERNAZ, M. P; LIMA, C. M. Dicionário ilustrado de arquitetura. V. 1. São Paulo: ProEditores, 1998.
Nome da pedra ou pedras situadas nos ângulos externos dos edifícios. Genericamente, a palavra designa qualquer ângulo externo formado por duas paredes concorrentes, seja qual for a alvenaria empregada. Quina. Esquina. Em nossa primitiva arquitetura os cunhais não passavam da aresta viva resultante do encontro de dois panos lisos de paredes que faziam ângulo. Raramente eram de material que não fosse o próprio revestimento das paredes. Vemos excepções em certas construções de pedra do litoral. A partir da segunda metade do século XVIII e principalmente no século XIX os cunhais passaram a receber decorações, quase sempre de estuque, tanto nas obras de taipa de pilão ou de sabe como nas de alvenaria.
Fonte: LEMOS, Carlos; CORONA, Eduardo. Dicionário da Arquitetura Brasileira. São Paulo: Edart, 1972.