{"tema_id":"427","string":"cunhal","created":"2019-09-26 19:54:25","code":null,"notes":[{"@type":"Defini\u00e7\u00e3o s\u00edntese","@lang":"pt-BR","@value":"Faixa vertical saliente, localizada nas extremidades de paredes ou muros externos do edif\u00edcio, que forma um \u00e2ngulo externo pelo encontro de duas paredes externas convergentes, que vai da base at\u00e9 o coroamento da constru\u00e7\u00e3o e que tem a fun\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o da quina ou ornamenta\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio.\n\u00a0\nEquipe Arquigrafia. "},{"@type":"Nota de escopo","@lang":"pt-BR","@value":"Faixa vertical saliente nas extremidades de paredes ou muros externos do edif\u00edcio. Em geral abrange da base ao coroamento da constru\u00e7\u00e3o. \u00c2ngulo externo e saliente formado pelo encontro de duas paredes externas convergentes, servindo de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 quina do edif\u00edcio ou de ornamenta\u00e7\u00e3o da fachada. Muitas vezes \u00e9 feito em material diferente do utilizado na alvenaria das paredes. \u00c9 \u00e0s vezes tamb\u00e9m chamado quina.\u00a0\nALBERNAZ, M. P; LIMA, C. M. Dicion\u00e1rio ilustrado de arquitetura. V. 1. S\u00e3o Paulo: ProEditores, 1998.\n\n\nNome da pedra ou pedras situadas nos \u00e2ngulos externos dos edif\u00edcios. Genericamente, a palavra designa qualquer \u00e2ngulo externo formado por duas paredes concorrentes, seja qual for a alvenaria empregada. Quina. Esquina. Em nossa primitiva arquitetura os cunhais n\u00e3o passavam da aresta viva resultante do encontro de dois panos lisos de paredes que faziam \u00e2ngulo. Raramente eram de material que n\u00e3o fosse o pr\u00f3prio revestimento das paredes. Vemos excep\u00e7\u00f5es em certas constru\u00e7\u00f5es de pedra do litoral. A partir da segunda metade do s\u00e9culo XVIII e principalmente no s\u00e9culo XIX os cunhais passaram a receber decora\u00e7\u00f5es, quase sempre de estuque, tanto nas obras de taipa de pil\u00e3o ou de sabe como nas de alvenaria.\nFonte: LEMOS, Carlos; CORONA, Eduardo. Dicion\u00e1rio da Arquitetura Brasileira. S\u00e3o Paulo: Edart, 1972. "}]}