<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><mads xmlns="http://www.loc.gov/mads/" xmlns:mods="http://www.loc.gov/mods/v3" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mads/
	mads.xsd"><authority><topic authority="https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/">gárgula</topic></authority><related type="broader"><topic>elementos ornamentais</topic></related> <note xml:lang="pt-BR">&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-value=&quot;{&quot; data-sheets-userformat=&quot;{&quot;&gt;1. Cano estreito e de pequeno comprimento unido à calha do telhado, voltado para o exterior, disposto no alto dos edifícios em ressalto nas fachadas. Tem como finalidade despejar as águas pluviais recolhidas da cobertura longe das paredes externas, impedindo que estas escorram por elas. Freqüentemente apresenta o inconveniente de causar um jorro excessivo de água de uma altura considerável em um ponto. Em antigas construções, muitas vezes tinha também uma função decorativa, apresentando-se em variadas formas, principalmente representando figuras peculiares, como carranca de animais. Atualmente foi quase que totalmente substituída por condutores. Comumente é apenas utilizada no escoamento das águas de pequenas superfícies, em altura não muito elevada, como em marquises. É também chamada goteira ou biqueira.&lt;br /&gt;2. Orifício por onde escoa a água em fontes ou chafarizes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-value=&quot;{&quot; data-sheets-userformat=&quot;{&quot;&gt;Fonte: ALBERNAZ, M. P; LIMA, C. M. Dicionário ilustrado de arquitetura. V. 1. São Paulo: ProEditores, 1998, p. 287.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; </note></mads>