<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><mads xmlns="http://www.loc.gov/mads/" xmlns:mods="http://www.loc.gov/mods/v3" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mads/
	mads.xsd"><authority><topic authority="https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/">domos</topic></authority><related type="broader"><topic>abóbadas</topic></related><variant type="other"><topic>domus</topic></variant> <note xml:lang="pt">&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-root=&quot;1&quot;&gt;1. Superfície que cobre e arremata externamente as CÚPULAS,em geral em edifícios de maior porte, sobretudo igrejas. É também chamado zimbório. 2. Por extensão, antigas igrejas de grande porte e maior importância que possuíam domo. 3. CLARABÓIA com forma de cúpula. Usualmente é feita com CAIXILHO fixo e VIDROTEMPERADO ou CANTONEIRAS de ALUMÍNIO e ACRILICO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: ALBERNAZ, M. P; LIMA, C. M. &lt;strong&gt;Dicionário ilustrado de arquitetura.&lt;/strong&gt; V. 1. São Paulo: ProEditores, 1998, p. 204&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-root=&quot;1&quot;&gt;Nome das superfícias côncavas que revestem, protegem ou cobrem o extradorso das cúpulas ou abóbadas de revolução. Por isso, diz-se que o domo é a parte externa ou aparente das cúpulas. Note-se que pode existir cúpula sem domo, isto é, aquela abóbada pode estar no interior, de um edifício e portanto sem necessidade de cobertura própria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: LEMOS, Carlos; CORONA, Eduardo. &lt;strong&gt;Dicionário da Arquitetura Brasileira.&lt;/strong&gt; São Paulo: Edart, 1972. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; </note></mads>