<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><mads xmlns="http://www.loc.gov/mads/" xmlns:mods="http://www.loc.gov/mods/v3" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mads/
	mads.xsd"><authority><topic authority="https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/">degraus</topic></authority><related type="narrower"><topic>espelho do degrau</topic></related><related type="broader"><topic>escadas</topic></related> <note xml:lang="ab">&lt;p&gt;Desnivelamento formado por duas superfícies, em geral paralelas, permitindo a passagem entre níveis diferentes. Nas escadas, é constituído por uma parte horizontal, chamada piso ou cobertor, e outra, vertical, chamada espelho. O conforto na utilização de escadas depende em grande parte das dimensões dos seus degraus. Seu dimensionamento é calculado em função da relação entre a altura do espelho e a largura do piso, considerando a distância do passo do caminhante em direção ao nível superior. Usualmente considera-se que a largura do piso mais o dobro da altura do espelho é igual a uma medida que varia entre 61 cm e 64 cm. Outro cálculo empregado especifica a diferença entre piso e espelho como sendo igual a 12 cm. Frequentemente o piso varia entre 28 cm e 32 cm e o espelho, entre 16,5 cm e 17 cm. Os degraus da escada devem ter exatamente a mesma altura para não prejudicar a cadência de subida ou descida. A linha de encontro da superfície do piso com a superfície do espelho é chamada quina ou aresta. Algumas vezes o degrau não possui quina, é arredondado. Outras vezes, a superfície do seu piso forma saliência em relação à superfície do espelho, chamada bocel ou focinho. O bocel tem largura variável, entre 2 cm e 5 cm.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FONTE: ALBERNAZ, M. P; LIMA, C. M. Dicionário ilustrado de arquitetura. V. 1. São Paulo: ProEditores, 1998, p. 197.&lt;/p&gt; </note></mads>