{"tema_id":"579","string":"forros","created":"2019-10-01 18:50:37","code":null,"modified":"2021-01-12 22:48:54","notes":[{"@type":"Defini\u00e7\u00e3o s\u00edntese","@lang":"pt-BR","@value":"Elementos utilizados como revestimento ou rebaixos nos tetos das edifica\u00e7\u00f5es, para propiciar isolamento t\u00e9rmico ou t\u00e3o somente com fun\u00e7\u00e3o decorativa.  "},{"@type":"Nota de escopo","@lang":"pt-BR","@value":"Elemento da constru\u00e7\u00e3o utilizado como revestimento ou rebaixo nos tetos da edifica\u00e7\u00e3o, destinado principalmente a propiciar um maior isolamento t\u00e9rmico no interior do edif\u00edcio. Muitas vezes possui tamb\u00e9m uma fun\u00e7\u00e3o decorativa. Usado como rebaixo, pode ter ainda como finalidade permitir um maior isolamento ac\u00fastico, oferecer alternativas de ilumina\u00e7\u00e3o ou proteger e vedar \u00e0 vis\u00e3o tubula\u00e7\u00f5es ou equipamentos dispostos junto ao teto. No \u00faltimo caso, principalmente, \u00e9 muitas vezes remov\u00edvel. \u00c9 feito de diversos materiais. Em constru\u00e7\u00f5es antigas era quase sempre feito de madeira. O emprego da madeira em forros \u00e9 ainda hoje usual. O forro de GESSO, tamb\u00e9m chamado de ESTUQUE, \u00e9 muito utilizado, em geral sob a forma de placas fixadas ao teto por meio de tirantes de sisal ou, mais modernamente, de arame GALVANIZADO. S\u00e3o ainda empregados em forros muitos outros materiais fabricados industrialmente, como placas de fibras vegetais compactadas. Muitos deles possuem propriedades especiais de isolamento ac\u00fastico e t\u00e9rmico. \u00c9 comum ainda o uso das l\u00e2minas ou bandejas de alum\u00ednio associadas a LUMIN\u00c1RIAS e grelhas de ar-condicionado, principalmente em edif\u00edcios comerciais ou de servi\u00e7os. O forro pode ser guarnecido de ABAS, MOLDURAS ou CORD\u00d5ES. Pode constituir uma superf\u00edcie horizontal ou inclinada, em geral, neste \u00faltimo caso, acompanhando a inclina\u00e7\u00e3o do telhado.\nALBERNAZ, M. P; LIMA, C. M. Dicion\u00e1rio ilustrado de arquitetura. V. 1. S\u00e3o Paulo: ProEditores, 1998, p. 268.\n\n "}]}