{"tema_id":"314","string":"casas de c\u00e2mara e cadeia","created":"2019-09-26 18:48:07","code":null,"modified":"2026-04-24 14:02:57","notes":[{"@type":"Nota de escopo","@lang":"pt-BR","@value":"Edif\u00edcio p\u00fablico existente no per\u00edodo colonial para fornecer servi\u00e7os administrativos, judiciais, penitenci\u00e1rios e religiosos. Comp\u00f5e-se de duas partes: a c\u00e2mara e a cadeia.\nALBERNAZ, M. P; LIMA, C. M. Dicion\u00e1rio ilustrado de arquitetura. V. 1. S\u00e3o Paulo: ProEditores, 1998, p. 128.\n\u00a0\nComo definiu o arquiteto Paulo T. Barreto, a Casa de C\u00e2mara e Cadeia era, no Brasil anterior \u00e0 Rep\u00fablica, a sede da administra\u00e7\u00e3o e da justi\u00e7a municipais que, \"com as igrejas figuram no primeiro plano do quadro das nossas vilas e cidades, nos primeiros quatrocentos anos de vida do pa\u00eds.\" Possu\u00edmos v\u00e1rios exemplares ainda conservados de Casas de C\u00e2mara, sendo que algumas datam do segundo s\u00e9culo de nossa civiliza\u00e7\u00e3o. V\u00e1rios ainda preenchem satisfatoriamente a fun\u00e7\u00e3o para a qual foram constru\u00eddos. Outros est\u00e3o com suas fun\u00e7\u00f5es desvirtuadas, como a de Ouro Preto, que \u00e9 hoje o Museu da Inconfid\u00eancia. Arespeito do assunto ver o magn\u00edfico trabalho de P. T. Barreto intitulado \"Casas de C\u00e2mara e Cadeia\" publicado na Revista do Patrim\u00f4nio Hit\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional, n\u00b011. \n\nFonte: LEMOS, Carlos; CORONA, Eduardo. Dicion\u00e1rio da Arquitetura Brasileira. S\u00e3o Paulo: Edart, 1972. "}]}