<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">pelourinho</dc:title><dc:identifier>https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/skos/888</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">Cibele A. C. M. Santos, Vânia Mara Alves Lima</dc:publisher><dcterms:created>2019-10-25 11:06:39</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Vocabulário Colaborativo em Artes e Arquitetura</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>Marco geralmente de pedra, comumente em forma de coluna, que simbolizava a autoridade do poder de Portugal nas antigas vilas e cidades coloniais. Têm sempre como arremate superior as armas do rei. Situava-se na praça principal dos povoados. Junto a ele eram expostos ou açoitados criminosos e escravos. Também eram divulgados os editais públicos. Foi extinto durante o Império. É uma das características mais marcantes das antigas cidades coloniais, até hoje se encontra o antigo pelourinho. É o caso de Caeté e São João del-Rei em Minas Gerais.</p>
<p>Fonte: ALBERNAZ, M. P; LIMA, C. M. Dicionário ilustrado de arquitetura. V. 2. São Paulo: ProEditores, 1998, p. 456.</p> ]]> </dc:description></metadata>