<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">Museu de Arte de Londrina</dc:title><dc:identifier>https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/skos/8321</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">Cibele A. C. M. Santos, Vânia Mara Alves Lima</dc:publisher><dcterms:created>2026-08-10 20:31:09</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Vocabulário Colaborativo em Artes e Arquitetura</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dcterms:alternative xml:lang="pt-BR">Antiga Estação Rodoviária de Londrina</dcterms:alternative> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p><span data-sheets-root="1">Projetada pelos arquitetos Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi, em 1948, a quarta Estação Rodoviária de Londrina foi inaugurada em 1952. O edifício modernista, influenciado pelos princípios da arquitetura moderna de matriz corbusiana e por traços da Escola Carioca, é composto por duas partes interligadas: o corpo principal e a gare.<br />O bloco principal consiste em um volume prismático trapezoidal, com cobertura inclinada no sentido leste-oeste. A gare, por sua vez, desenvolve-se a partir desse eixo e é formada por sete abóbadas apoiadas em colunas, que delimitam amplos panos de vidro transparentes, estabelecendo um diálogo harmonioso com a marquise de concreto armado.<br />Em 1974, o edifício foi tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico e Artístico da Prefeitura do Município de Londrina como o primeiro exemplar da arquitetura moderna no Estado do Paraná. Desde 1993, passou a abrigar o Museu de Arte de Londrina.<br /></span></p>
<p><strong>Imagem no ARQUIGRAFIA: <span data-sheets-root="1"><a class="in-cell-link" href="https://www.arquigrafia.org.br/photos/12332" target="_blank" rel="noopener">https://www.arquigrafia.org.br/photos/12332</a></span></strong></p> ]]> </dc:description> <dc:source xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p><span data-sheets-root="1">FRACALOSSI, Igor. Clássicos da Arquitetura: Rodoviária de Londrina / Vilanova Artigas. ArchDaily Brasil. São Paulo: ArchDaily Brasil, 23 set. 2015. Disponível em: <a class="in-cell-link" href="https://www.archdaily.com.br/br/774218/classicos-da-arquitetura-rodoviaria-de-londrina-vilanova-artigas" target="_blank" rel="noopener">https://www.archdaily.com.br/br/774218/classicos-da-arquitetura-rodoviaria-de-londrina-vilanova-artigas.</a> Acesso em: 08 mai. 2026</span></p>
<p><span data-sheets-root="1">GUADANHIM, Sidnei Junior; SILVA, Priscila Fonseca. As implicações do reuso adaptativo em obras do Movimento Moderno: o caso da Estação Rodoviária de Londrina. Revista ARA, São Paulo, Brasil, v. 17, n. 17, p. 72–99, 2025. DOI: <a class="in-cell-link" href="https://doi.org/10.11606/issn.2525-8354.v17i17p72-99" target="_blank" rel="noopener">10.11606/issn.2525-8354.v17i17p72-99</a>. Disponível em: <a class="in-cell-link" href="https://revistas.usp.br/revistaara/article/view/230516" target="_blank" rel="noopener">https://revistas.usp.br/revistaara/article/view/230516</a>. Acesso em: 8 jun. 2026.</span></p> ]]> </dc:source></metadata>