<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">música aleatória</dc:title><dc:identifier>https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/skos/4485</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">Cibele A. C. M. Santos, Vânia Mara Alves Lima</dc:publisher><dcterms:created>2021-02-16 20:53:59</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Vocabulário Colaborativo em Artes e Arquitetura</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>Técnica de composição musical na qual o compositor deixa uma quantidade significativa de controle sobre a peça para os intérpretes ou circunstâncias, excluindo algumas das formas tradicionais de fazer isso, como improvisação guiada e pausas não medidas. Existem geralmente três métodos empregados: (1) o uso de procedimentos aleatórios para gerar composições; (2) a permissão de escolha ao(s) intérprete(s) dentre as opções criadas pelo compositor; e (3) o uso de esquemas ou notações não tradicionais ou totalmente novos e símbolos de notação que relaxam as instruções do compositor e permitem muito espaço para a própria interpretação do(s) intérprete(s). A técnica tem sido amplamente utilizada desde meados do século 20, sendo um dos praticantes notáveis ​​o compositor americano John Cage.</p>
<p>Fonte: Art &amp; Architecture Thesaurus</p>
<p>http://vocab.getty.edu/page/aat/300264879</p> ]]> </dc:description></metadata>