<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">arquitetura neogrega</dc:title><dc:identifier>https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/skos/1896</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">Cibele A. C. M. Santos, Vânia Mara Alves Lima</dc:publisher><dcterms:created>2020-05-22 16:10:36</dcterms:created><dcterms:modified>2020-10-30 16:03:18</dcterms:modified><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Vocabulário Colaborativo em Artes e Arquitetura</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p><span data-sheets-root="1">1. Estilo arquitetônico inspirado na arquitetura greco-romana, predominante na Europa da segunda metade do século XVIII à primeira metade do século XIX. Representou uma reação aos excessos formais e decorativos do BARROCO tardio e do ROCOCÓ. Caracteriza-se pelo emprego de formas geométricas puras, ênfase nos contornos sem quebras de unidade volumétrica, sobriedade, estudo meticuloso de proporções e uso das ORDENS CLÁSSICAS. No Brasil foi implantado com a chegada da Missão Artística Francesa no Rio de Janeiro no início do século XX. E influenciado sobretudo pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny. Corresponde principalmente a uma revivescência de formas e composição arquitetônica utilizadas na Renascença européia. Expressa-se pelo tratamento linear e em superfície da construção, cuidadosa simetria, uso de CANTARIA e de PILASTRAS, destaque nas ESCADARIAS, ornamentação restrita aos FRONTÕES quase sempre triangulares. Predomina até meados do século XIX, quando estilos históricos vão gradualmente se incorporando ao neoclássico. Exemplos: Museu Imperial, Petrópolis, RJ; antiga Casa de Alfândega, atual Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, RJ. <br />2. Atribuição dada aos edifícios que empregam uma linguagem arquitetônica cuja origem distante remonta à antiguidade greco-romana. Trata-se em realidade de uma manifestação ECLÉTICA. Em geral utiliza COLUNAS, CORNIJAS e frontões de ordens clássicas, justapondo estilos da Renascença Italiana ao 2º Império Francês. Foi muito usado nas primeiras décadas do século XX em sedes de governo, assembléias legislativas e tribunais. É também chamado neogrego.<br /><br />Fonte: ALBERNAZ, M. P; LIMA, C. M. Dicionário ilustrado de arquitetura. v. 2. São Paulo: ProEditores, 1998. p.406-407</span></p> ]]> </dc:description> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p><span data-sheets-root="1">Termo descritivo de arquitetura, principalmente na década de 1870, que buscava seguir a construção retangular com travetas dos primeiros gregos (ver Renascimento Grego); geralmente caracterizada pelo uso de alvenaria de tijolos e estruturas de ferro.<br /><br />Fonte: HARRIS, Cyril M. Dictionary of architecture and construction. 4.ed. New York: McGraw-Hill, 2006</span></p> ]]> </dc:description></metadata>