<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">mármore ojô</dc:title><dc:identifier>https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/skos/1778</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">Cibele A. C. M. Santos, Vânia Mara Alves Lima</dc:publisher><dcterms:created>2020-05-07 08:53:53</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Vocabulário Colaborativo em Artes e Arquitetura</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dcterms:alternative xml:lang="pt-BR">mármore do Ojô</dcterms:alternative> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>O emprego do mármore dolomítico foi bastante raro no período colonial mineiro. Segundo alguns autores, o utilizado no portal do antigo Palácio dos Governadores (atual Escola de Minas) proveio das jazidas de mármore branco existentes na localidade de Ojô, a cerca de dois quilômetros da cidade de Ouro Preto.</p>
<p>Fonte: ÁVILA, Affonso; GONTIJO, João Marcos Machado; MACHADO, Reinaldo Guedes. Barroco Mineiro Glossário de Arquitetura e Ornamentação. Rio de Janeiro: Fundação João Pinheiro; Fundação Roberto Marinho, 1979. p. 62.</p> ]]> </dc:description></metadata>