<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">taipa</dc:title><dc:identifier>https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/skos/1101</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">Cibele A. C. M. Santos, Vânia Mara Alves Lima</dc:publisher><dcterms:created>2019-11-04 21:37:55</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Vocabulário Colaborativo em Artes e Arquitetura</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>Sistema construtivo usado na execução de paredes e muros que emprega como material de construção básico a terra argilosa, umedecida ou molhada, sem nenhum beneficiamento anterior. Outros materiais, como areia, cal, cascalho, fibras vegetais e estrume animal, podem ser adicionados à terra, dando maior plasticidade e resistência à taipa. Exige boa proteção contra águas pluviais. A parede feita com taipa deve ser revestida. Recomendam-se no mínimo três demãos de argamassa no seu revestimento. É conveniente ainda que o prédio de taipa tenha amplos beirais no telhado, protegendo a parte superior das paredes. Foi muito utilizada nas antigas construções, associada ou não a outras técnicas e materiais construtivos, como alvenaria de pedra e de tijolo. Os dois tipos de taipa mais usados foram a taipa-de-pilão e a taipa-de-mão.</p>
<p>ALBERNAZ, M. P; LIMA, C. M. Dicionário ilustrado de arquitetura. V. 2. São Paulo: ProEditores, 1998, p. 584.</p> ]]> </dc:description> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>Mistura rígida de barro, areia ou outro agregado, e água, socada e seca dentro de fôrmas e utilizada como material de construção. Também chamada de pisé e pisé de terre.</p>
<p>Fonte: CHING, Francis D. K., Dicionário Visual de Arquitetura; [tradução Julio Fischer]. São Paulo: Martins Fontes, 1999, p. 49.</p> ]]> </dc:description></metadata>