<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">sapatas</dc:title><dc:identifier>https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/skos/1066</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">Cibele A. C. M. Santos, Vânia Mara Alves Lima</dc:publisher><dcterms:created>2019-11-04 20:59:32</dcterms:created><dcterms:modified>2021-01-23 20:21:19</dcterms:modified><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://vocabularios.eca.usp.br/vcaa/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Vocabulário Colaborativo em Artes e Arquitetura</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>Fundação direta cuja parte inferior dos alicerces tem seção com forma aproximada de um trapézio. Em geral é feita em concreto armado e é usada sobre pilares. Suas dimensões dependem basicamente da carga que irá suportar. Normalmente considera-se que deva se apoiar sobre a base quadrangular com altura mínima de 15 cm e tenha um ângulo de inclinação menor ou igual a 30°. É recomendável para prédios de médio porte quando a fundação natural é encontrada em profundidades não muito exageradas. Há no centro comercial de São Paulo vários edifícios de dez pavimentos com fundação de sapata cuja profundidade varia em cerca de 7 m. </p>
<p>ALBERNAZ, M. P; LIMA, C. M. Dicionário ilustrado de arquitetura. V. 2. São Paulo: ProEditores, 1998, p. 558.</p> ]]> </dc:description></metadata>