Docas, porto seguros ou marinas são pequenas bacias artificiais, muitas construídas de alvenaria, equipadas com comportas, nas quais são recebidos embarcações, para embarque, desembarque, carga e descarga, inspeção ou reparação.
São bacias artificiais, de pequenas dimensões, construídas em desvios das linhas normais de navegação do porto. Estas bacias podem estar em comunicação permanente ou temporária com as águas dos rios, mares ou lagos.
Bacias artificiais escavadas e muitas vezes construídas com alvenaria ou outro material, e muitas vezes equipadas com comportas, nas quais são recebidos barcos ou navios para efeitos de desembarque, carga e descarga, ou para reparação. As primeiras docas conhecidas datam de ca. 2500 aC no Egito. O termo plural é frequentemente usado para se referir a uma única bacia artificial. Quando tais espaços estiverem desocupados e adjacentes a um local de desembarque, utilizar “berços (espaços à beira-mar)”; utilizar “barreiras (espaços à beira-mar)” quando tais espaços aquáticos estiverem desocupados e situados entre cais adjacentes ou perpendiculares aos locais de desembarque. Utilizar “estaleiros” para o conjunto de locais de desembarque nos portos ou para as instalações portuárias como um todo. Para as estruturas que circundam um cais, excluindo o espaço ocupado pela água, prefira “píers (desembarques marítimos)” ou “cais”. Para estruturas usadas para ancoragem para diversos fins, use "docas secas", "docas úmidas" ou "docas flutuantes". Distingue-se das estruturas, "docas (estruturas gerais à beira-mar)", que no uso casual e moderno pode se referir a qualquer estrutura à beira-mar que suporte pessoas ou suas atividades.
Fonte: AAT
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